[Análise]- Marvel Vs Capcom: Infinite

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Semana passada foi lançado o tão esperado  Marvel Vs Capcom: Infinite. Confira a nossa análise logo abaixo:

Marvel Vs Capcom: Infinite não de perto o melhor jogo da franquia e muito menos o melhor jogo de luta do ano. Mas ele tem seus pontos positivos. Esse não é um jogo qualquer de luta e sim um croosover entre os dois maiores universos de heróis, Marvel e a Capcom, só que dessa vez vemos uma influência muito grande do MCU (Marvel Cinematic Universe) dentro do jogo, principalmente no visual dos personagens do lado da Marvel, eles estão muito parecido com os filmes, isso talvez foi uma tentativa da Capcom de atrair o público que curte os filmes para se aventurar no jogo de luta e esse não foi bem o resultado. Uma coisa que os fãs não gostaram foi que o jogo veio com apenas 35 personagens jogáveis, sendo que no seu antecessor temos 50 personagens jogáveis. Isso se deu principalmente que grande parte dos personagens da Marvel eram dos X-Men e atualmente quem controla o uso dos mutantes é a Fox Filmes. E provavelmente para não gerar nenhum problema futuro a Marvel decidiu deixar de fora todos os mutantes do jogo.

A jogabilidade é algo que melhorou muito se for observar outros jogos da franquia. O último jogo da franquia saiu originalmente em 2011, mas foi remasterizado e lançado para os consoles da nova geração no final do ano passado (2016). Em Infinite vemos uma grande mudança nos comandos os tornando mais fáceis de serem aprendidos por iniciantes. Além disso tivemos adição de novos combos para personagens já presentes em outros jogos da franquia, além da existência de seus respectivos combos clássicos. Porém a coisa que deixa o jogo mais fácil em si é a existência das joias do infinito, que aumentam seu poder por um tempo determinando, fazendo assim com que seu personagem consiga ganhar facilmente uma luta sem criar nenhum grande problema.

Os gráficos em geral são bem bonitos e mais no estilo cartoon, porém muito inferior a outros jogos desse ano do mesmo gênero, como Injustice 2 e o Tekken 7. Mas podemos entender, já que essa é uma característica da saga desde o seu começo. Mas o pior é que os gráficos de um jogo de 2017 que provavelmente rodariam nos consoles da antiga geração de boa, já que o jogo não pede muito poder de processamento na questão gráfica.

A trilha sonora é algo legal, já que cada um dos seus personagens possuiu sua música exclusiva. Caso queira escutar a trilha sonora confira ela logo abaixo:

Pela primeira vez na saga Marvel Vs Capcom tivemos uma história contada com cutscenes e diálogos dos personagens e eu posso dizer que a história deixou faltar e demais, com um roteiro muito confuso ignorando a todo momento a linearidade Marvel Vs Capcom: Infinite se arriscou em um modo história porem o resultado foi totalmente desastroso. A Capcom não conseguiu trabalhar nada bem com uma história misturando os dois universos, não explicando quase nada da convergência entre os dois mundos. No final foi tudo bem confuso e embaraçoso, mas para uma primeira vez até que não está TÃO ruim. Pelo menos o jogo está com legendas e os menus totalmente localizados para o português do Brasil.

Confira o trailer do jogo logo abaixo:

 

Marvel Vs Capcom: Infinite já está disponível para Playstaion 4, XBox One e PC

O jogo foi dado pela Capcom para análise e foi testado em um PC

70% Bom
  • Jogabilidade 90 %
  • Enredo 60 %
  • Trilha Sonora 70 %
  • Gráficos 60 %
  • História 60 %

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Sobre o Autor

Amante cinematográfico, adorador de música, games e viciado em Star Wars, um amor que nunca será entendido. Em seu tempo livre gosta de comer, ler e ficar procurando um jeito de viajar para uma galáxia muito distante.