Wangan Midnight Maximum Tune – Descobrindo a beleza japonesa

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A saga Wangan Midnight Maximum Tune é representada pela Namco e originada no Japão com base nos mangás fictícios de 1992 que falam sobre as corridas proibidas que realmente ocorrem nas ruas estreitas do Japão.

O título é exclusivo de arcade e não existe nenhuma forma de emular ou ter para PC, mas existem dois título de Wangan Midnight para consoles, um para PlayStation 2 e outro para PlayStation 3, mas ambos são desenvolvidos por uma outra produtora chamada Genki e que tentam dar um saborzinho, mas que logicamente não chega nem ao dedinho do pé de algum título da saga Maximum Tune, sendo que esses não receberam o subtítulo de Maximum Tune.

“Mas por que não chega?”

Vamos falar que o jogo em si foi estudado e estruturado para a época. O primeiro título da saga Maximum Tune rodava em um Sega Chihiro, que era muito mais potente que o PlayStation 2. Graças a isso, foi possível colocar um nível avançado de gráfico, foi possível colocar a bela trilha do renomado Yuzo Koshiro (Eurobeat não disponível nas versões de console) e mantendo várias opções como correr de dia ou de noite, no caso do console, só é possível à noite. Além das várias opções de cabines conectadas e transferência rápida de informações, o que já gerava um modo competitivo para esse nicho e o conforto do volante e da cabine.


“Entendi, mas vamos falar sobre o jogo?”

O jogo é um simulador com base nas corridas ilegais japonesas, ou seja, pistas estreitas com carros e caminhões e desafios de atenção durante as curvas, o que exige precisão.

Um exemplo claro é o indicador que aparece na tela. Quando temos a seta indicativa com fundo azul, significa que a curva é pouco acentuada. Isso diz ao jogador que não é para trocar o seu câmbio, que é outro ponto extremamente importante, mas também temos a opção de câmbio automático (AT).

Modos de jogo:
Cada jogo da saga Maximum Tune tem uma história com base nas disputas dos mangás de 1992, como Devil Z vs. Blackbird. O jogo mais recente que achei no Brasil e apenas em um lugar em São Paulo foi o Maximum Tune 3DX+. No modo de história, nós temos 80 corridas. Dentro de cada corrida a história é desenvolvida com os personagens e carros do mangá. E não, não é barato, já digo isso por ter terminado e representar Wangan no Brasil. No local que jogo, cada crédito custa dois reais.

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“Mas como meu jogo é salvo?”
Antes de iniciar o jogo, você diz para a máquina que não tem um cartão chamado da Tuning Card. Você vai precisar de 1 crédito para gerar o cartão que salva todas as suas informações e é ejetado após a jogatina. Da próxima vez que for jogar, basta inserir o cartão e continuar de onde parou com todos os seus dados. A máquina sempre irá transcrever e mostrar seus status.
Observação: esse método é possível até o WMMT 3DX+, a partir do 4, existe necessidade de um cartão da Namco chamado Banapassport.

Já o ghost mode é um modo para competir ou aprimerar seus veículos com upgrades. É possível selecionar o online (escolhendo pelo nome do Tuning Card ou encontro) e o modo de disputa offline por nível. Existem 10 níveis e os jogares “tops”. Cada nível vai depender de quanto de HP (Horse Power) você tem. Quanto maior o nível no ghost, mais HP você vai precisar. Para ganhar HP, você só conseguirá no modo história. E para chegar com HP suficiente para pegar as coroas (último desafio), você precisará desembolsar uns R$ 1000,00 ou até mais.

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Falando das opções, é possível alterar o volume do EUROBEAT de Yuzo Koshiro até Loud, escolher a trilha sonora desejada após zerar o modo história, verificar pontuação e customizar seu carro. É uma gama gigante de opções.

Observação: o jogo disputa diretamente com as máquinas de Initial D, distribuídas pela Sega. O mesmo tem anime, assim como Wangan.

“Hinz, qual você prefere? Initial D ou Wangan?”
Bem, Wangan eu devorei, mas infelizmente não achei máquina de Initial D, mas ouvindo a trilha sonora e vendo os vídeos, como JOGO, prefiro Wangan, mas não posso dizer o mesmo para o anime, por exemplo.


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Sobre o Autor

Lucas Hinz

Compositor independente, fascinado por jogos e estuda por lazer, trabalha com fluxos formalmente e pretende se tornar diretor fonográfico.