Cientistas podem ter descoberto evidências de um universo paralelo!

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Podemos ter, pela primeira vez, vislumbrado um outro universo. Uma nova análise de dados de telescópio Planck da Agência Espacial Europeia sugere que um brilho bem peculiar no espaço profundo poderia originar de um universo à parte, bem próximo ao nosso!

Os dados sugerem que se existe um outro universo vibrando contra o nosso seria muito diferente do que qualquer coisa que estamos acostumados e teria atingido o nosso universo apenas algumas centenas de mil anos depois do Big Bang.

A existência de múltiplos universos – um multiverso – tem sido considerada cientificamente plausível. Se todos estes universos surgiram a partir do mesmo Big Bang, então eles “provavelmente eles ficaram sentados juntos como patos em uma fileira”, vibrando. Se esses universos se tocassem, a colisão resultante deixaria algum tipo de evidências residuais. O que nos leva ao mapa do telescópio Planck da radiação cósmica de fundo (CMB – Cosmic Microwave Background). Em um novo estudo, O cósmologo da Caltech, Ranga-Ram Chary comparou a CMB com uma imagem de todo o céu noturno também feita pelo telescópio Planck, e descobriu uma mancha estranha de luz brilhante que poderia ser o resultado dos universos colidirem.

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O multiverso seria a conseqüência da inflação cósmica – a idéia de que o universo está em constante expansão. A inflação eterna produziria “uma série de universos de bolso”, Alan Guth, um cosmólogo do MIT e pioneiro da teoria do multiverso, disse à New Scientist. Isto é porque a energia escondida em espaços vazios iria conduzir a inflação para a frente a uma velocidade intensa, criando novas bolhas de energia que poderia, eventualmente, explodir em universos de bolso menores que continuam a se expandir.

Cada universo possuiria um único tipo de física que poderia ser totalmente insustentável, ou teria um aspecto semelhante ao nosso mundo.

Então se o nosso universo tem colidido com outro, ele provavelmente iria criar uma assinatura de luz anômala – como o que Chary parece ter encontrado. Estes novos pontos são 4.500 vezes mais brilhante do que o que a teoria convencional prevê que deveriam ser. Uma explicação poderia ser de que o outro universo está jorrando com prótons e elétrons, fazendo a luz da colisão ser muito mais brilhante.

O maior obstáculo para estudar esses outros universos é que as bolhas estariam em constante expansão – e assim que o espaço entre eles. A Luz não conseguiria viajar rápido o suficiente para levar muita informação de um para outro. A fim de realmente observar as propriedades físicas, os astrônomos teriam de esperar por colisões ou procurar evidências de contusões cósmicas.

E agora? será que a teoria dos multiversos é válida?

Via Inverse


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Sobre o Autor

Douglas Amaral

Um cara que gosta de Tecnologia, cultura Oriental e é muito curioso. Gosta bastante de Dragões, e Batata frita. E por isso não vai viver por muito tempo!